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| Em 2010, classe C feminina deve movimentar R$ 158 bilhões |
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| Comportamento | |||
| Escrito por Juliana Gonçalves | |||
| Seg, 08 de Março de 2010 13:55 | |||
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O destaque feminino no desenvolvimento sócio-econômico do Brasil tem uma protagonista: a mulher da classe C. Ao todo elas respondem por 37% da massa de renda total da classe média – montante que deverá atingir R$ 158 bilhões até o final deste ano. Ele destaca que 25% da renda familiar da classe A é proveniente da mulher, enquanto na classe C essa participação é de 41%. “A mulher tem maior poder de decisão já que coloca mais dinheiro dentro de casa, a igualdade de salário está chegando mais nas classes C e D do que nas classes A e B”, revela. Atualmente, a classe C tem 94,4 milhões de pessoas – uma fatia de 49,7% da população, que movimenta anualmente R$ 428 bilhões. Dentro dessa massa, existem 48,6 milhões de mulheres. Pesquisas do instituto Data popular revelam também que quanto menor a renda, maior é o poder de decisão feminino. Os chefes de família mulheres são realidade em 30% da classe C, 32% na classe D e 36% na classe E. A mulher da classe C já responde por mais da metade da clientela, que consome produtos e serviços dos mais variados. Enquanto 59% dos homens da classe C têm cartão de crédito, por exemplo, entre as mulheres a penetração é de 62%. Meirelles revela que esse mesmo grupo também representa a maioria dos consumidores dos principais canais de compra no varejo. “Nas lojas de roupas, supermercados e farmácias, elas são 51% do público consumidor. E nos shoppings, há pelo menos 12 clientes mulheres da classe C para cada dez compradores do sexo masculino”, acrescenta. Compartilhar
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Para Renato Meirelles, sócio-diretor do instituto de pesquisas Data Popular, a importância da mulher emergente é resultado de uma influência cada vez maior na tomada de decisão.
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